A Apple alcançou um marco significativo nesta quarta-feira (14), ao ver suas ações subirem 0,5% e, pela primeira vez na história da empresa, ultrapassar a marca de US$ 5 trilhões em valor de mercado, o que equivale a cerca de R$ 25 trilhões. Durante o pregão, a gigante da tecnologia chegou a ser avaliada como a marca mais valiosa do mundo, embora tenha enfrentado uma leve queda nas ações antes do fechamento, retornando a um patamar inferior.
Com esse resultado, a Apple solidificou sua posição como a segunda empresa mais valiosa do mundo, um feito que apenas a Nvidia havia alcançado anteriormente, em outubro de 2025. A fabricante de semicondutores agora está a caminho de uma avaliação de US$ 6 trilhões, ou R$ 30 trilhões.
O crescimento das ações da Apple está intimamente ligado à demanda robusta por produtos como o iPhone, além dos novos modelos de Mac mini e iMac, que estão disponíveis nos Estados Unidos através de programas de assinatura. Recentemente, a Apple lançou novas versões do iPhone, incluindo um modelo com tela dobrável, além de novos fones de ouvido e relógios inteligentes, com preços que no Brasil podem chegar a até R$ 30.999.
Adicionalmente, a Apple está passando por uma transição significativa em sua gestão, com a saída de Tim Cook após 15 anos como CEO e a ascensão de John Ternus, ex-vice-presidente sênior de Engenharia de Hardware. Ternus pretende implementar uma reestruturação que priorize a engenharia e promova lançamentos mais frequentes de produtos, conforme noticiado pela Bloomberg no final de setembro.
Entre as inovações planejadas, destaca-se a revisão do tradicional calendário de lançamentos, que atualmente se concentra em setembro, e uma redução nos cargos de gerência intermediária. Ternus também manifestou a intenção de acelerar o lançamento de produtos e testar novas ideias, um movimento estratégico para que a Apple se mantenha competitiva em um cenário cada vez mais dominado pela inteligência artificial.
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